Escola EBI de Fragoso
A tua escola
No dia 23 de maio realizou-se, em S. Paio de Antas, o Primeiro Encontro de Alunos de EMRC do 2.º ciclo, em articulação com a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, sob o tema “Valores e Sustentabilidade”. A atividade contou com a participação de 45 alunos, e realizou-se em parceria com a Rio Neiva – Associação de Defesa do Ambiente.
Durante a manhã, os alunos participaram numa experiência de canoagem e em ações de voluntariado ambiental, como a limpeza da praia e o controlo do chorão-das-praias, uma espécie invasora. Ao longo de toda a manhã, o entusiasmo foi evidente em todos os participantes.
A atividade terminou após o almoço devido à chuva, que impediu a continuação do programa, sendo o único fator a contrariar o bom espírito vivido.
Esta iniciativa permitiu pôr em prática valores fundamentais da EMRC, como o respeito, a solidariedade e o cuidado com a natureza, articulando-se com os objetivos da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, nomeadamente a responsabilidade ambiental e a participação ativa na sociedade.
A organização agradece aos encarregados de educação a confiança depositada, fundamental para a concretização de iniciativas desta natureza.
São experiências como esta que dão verdadeiro sentido à aprendizagem, transformando valores em atitudes e alunos em cidadãos mais conscientes, solidários e responsáveis.
No passado dia 30 de abril, realizou-se, na biblioteca da escola, uma palestra dirigida a pais e encarregados de educação, subordinada ao tema “Limites que cuidam: regras, parentalidade e saúde mental”.
A sessão foi dinamizada por duas investigadoras da Universidade Católica do Porto, que proporcionaram um momento de reflexão e partilha em torno de uma temática de grande relevância para as famílias e para a comunidade educativa.
Ao longo da palestra, foi destacada a importância das regras e dos limites no desenvolvimento das crianças e dos jovens, salientando-se o papel destes na promoção de sentimentos de segurança, estabilidade emocional e bem-estar. As oradoras abordaram ainda os desafios da parentalidade na atualidade, reforçando a ideia de que educar com afeto e consistência contribui para o crescimento saudável das crianças.
A adesão dos pais e encarregados de educação foi bastante positiva, evidenciando o interesse da comunidade escolar por temas relacionados com a educação, a saúde mental e o desenvolvimento integral das crianças.
A escola agradece a disponibilidade das investigadoras convidadas e a participação de todos os presentes, valorizando estes momentos de encontro e reflexão conjunta entre escola e famílias.
Cláudia Tomaz




Existem dois tipos de pessoas: as que moram na paz do campo e as que moram na correria da cidade. Ambos os estilos de vida têm vantagens e desvantagens, o que, por sua vez, gera uma pergunta que já todos estamos cansados de ouvir: É melhor viver no campo ou na cidade?
Para mim, o campo será sempre a melhor escolha, apesar de a vida na cidade também parecer tentadora.
Por um lado, está mais do que provado cientificamente que estar exposto diariamente ao ar poluído de uma grande cidade tem consequências péssimas para a nossa saúde. Por essa razão, defendo que a vida campestre é mais saudável, uma vez que, no campo, existem muitas árvores que são capazes de renovar o ar que respiramos. Além disso, também existem menos emissores de poluentes do ar, em comparação com uma cidade, devido ao menor número de habitantes e à ausência de fábricas. Ainda sobre a saúde, considero que a alimentação das pessoas que habitam no campo é muito mais saudável do que a dos habitantes de uma cidade. No campo, devido à forte prática da agricultura e da criação de gado, a alimentação acaba por ser muito baseada na dieta mediterrânica, ao contrário da cidade, onde quase tudo o que é consumido é produto de fábrica, cheio de aditivos que não são de todo saudáveis para o organismo.
Outro aspeto que considero vantajoso no campo é o facto de todos os habitantes se conhecerem entre si. Ao contrário de uma cidade, onde existe tanta gente, o campo é um lugar onde todos se veem como uma grande família, fazendo questão de se cumprimentarem e, às vezes, até param para conversar no meio da rua.
Pessoalmente, o que mais admiro na vida campestre é o sossego e a paz que são impossíveis de obter numa cidade. Desde acordar com o cantar dos pássaros até estar simplesmente sentado num jardim a desfrutar da paisagem, todo o estilo de vida no campo proporciona uma paz inexplicável que contrasta com a correria e a poluição sonora citadina.
Por outro lado, a proximidade entre estabelecimentos não deixa de ser uma vantagem de viver na cidade. Afinal, uma das poucas desvantagens da vida no campo é a necessidade de deslocações longas para visitar determinados estabelecimentos, como, por exemplo, o teatro, o cinema ou centros comerciais.
Concluindo, prefiro o campo à cidade, pelas razões indicadas. Apesar do campo também apresentar algumas desvantagens, eu não trocaria a calma do meio rural por nada.
Afinal, quem trocaria?
Mariana Passos, 8.ºA

No âmbito das atividades desenvolvidas, ao longo do ano, nas oficinas de Artes e Ofícios (OAO) e Artes Manuais (OAM), as alunas criaram lembranças originais para assinalar o Dia da Mãe, recorrendo à reutilização de materiais e à criatividade.
As peças elaboradas combinam diferentes técnicas e materiais reaproveitados, como papel, trapilho e elementos naturais, dando origem a trabalhos únicos, cheios de cor, dedicação e significado. Para além de celebrar esta data especial, a atividade promoveu valores como a partilha, a expressão artística, a consciência ambiental e o desenvolvimento sustentável.
Pequenos gestos feitos com carinho, criatividade e respeito pelo ambiente.




Ao longo da primeira semana de maio, o nosso agrupamento celebrou a Semana da Leitura, uma iniciativa dedicada à promoção do gosto pelos livros, pela leitura e pela partilha de histórias.
Foram vários os momentos enriquecedores que envolveram alunos, professores, famílias e toda a comunidade educativa, em contexto de sala de aula, na biblioteca escolar e nas unidades educativas.
A leitura desempenha um papel fundamental no desenvolvimento dos alunos, estimulando a imaginação, a criatividade, o pensamento crítico e a capacidade de comunicação. Ler é abrir portas para novos mundos, descobrir diferentes perspetivas e crescer enquanto cidadão.
Um dos momentos mais especiais da semana foi a Hora do Conto, pelos encarregados de educação do jardim-de-infância de Durrães, que aceitaram o convite para vir à escola partilhar histórias com os alunos. A sua participação tornou estes momentos ainda mais próximos e significativos, fortalecendo os laços entre a família e a escola e mostrando às crianças que a leitura pode e deve fazer parte do quotidiano familiar.
Também as atividades “Eu conto, queres ouvir? “10 minutos a ler” e “Leituras partilhadas” proporcionaram experiências de grande envolvimento e aprendizagem. Alunos de diferentes idades tiveram oportunidade de ler em conjunto, trocar ideias e descobrir o prazer de ouvir e contar histórias.
A meio da semana realizamos um inspirador “Sarau de Poesia”, onde a palavra ganhou vida através da declamação de poemas, da expressão artística e da emoção transmitida pelos participantes. Este momento cultural permitiu valorizar a poesia e despertar nos alunos a sensibilidade para a beleza das palavras.
A Semana da Leitura foi, sem dúvida, uma oportunidade única para recordar que os livros continuam a ser companheiros essenciais no crescimento, na aprendizagem e na construção de sonhos.
A equipa da BE